Quando eu era pequena, confesso que tinha medo do meu tio Narcides. Achava ele muito sério, calado, olhava para mim por cima dos óculos. Ia lá em casa, de vez em quando, chegando de bicicleta. Mas, com o tempo e a convivência, fui descobrindo o coração generoso que ele tinha e o amor pela minha mãe, tias Zeta e Nilda e por nós, sobrinhos.